| Para digitalizar um sinal analógico, são necessárias no mínimo quatro etapas
:
- Filtragem anti-aliasing.
- Amostragem : divisão do sinal no eixo do tempo em
amostras analógicas discretas PAM.
-
Quantização : divisão do sinal PAM no eixo de tensão em valores discretos
finitos.
-
Codificação destes valores em bits.
Obs. : na pratica, a amostragem, a quantificação e a codificação podem ser
feitas por um único circuito eletrônico, e não necessariamente nesta ordem, ou
até simultaneamente. Para efeitos didáticos, inclusive para distinguir bem
aliasing de erro de quantização, analisaremos cada etapa separadamente, pois são
funções bem distintas.
Filtragem anti-aliasing :
De acordo com o Teorema de Nyquist, a quantidade de amostras por
unidade de tempo de um sinal, chamada taxa ou freqüência de amostragem, deve
ser maior que o dobro da maior freqüência
contida no sinal a ser amostrado, para que possa ser reproduzido integralmente
sem erro de aliasing. A metade da freqüência de amostragem é chamada
freqüência de Nyquist e corresponde ao limite máximo de freqüência do sinal
que pode ser reproduzido. Como não é possível garantir que o sinal não contenha
sinais acima deste limite ( distorções, interferências, ruídos, etc...), é
necessário filtrar o sinal com um filtro passa baixo com freqüência de corte
igual (ou menor) a freqüência de Nyquist, ou filtro anti-aliasing.
O aliasing e seu efeito nocivo será explicado
oportunamente.
Amostragem do sinal :
Como o sinal analógico é continuo no tempo e em nível, contem uma infinidade
de valores. E como o meio de comunicação tem banda limitada, somos obrigados a
transmitir apenas um certa quantidade de amostras deste sinal, como enunciado
anteriormente no Teorema de Nyquist.
É obvio que quando maior a freqüência de amostragem, mais fácil será reproduzir
o sinal, mas haverá desperdício de banda ocupada sem nenhuma melhoria na
qualidade.
As figuras seguintes ilustram o principio da amostragem :

O circuito que permite amostrar o sinal é uma simples chave que se fecha por
um brevíssimo instante, na cadencia da freqüência de amostragem. Por ex. se a
freqüência de amostragem for de 8 kHz, a chave se fecha 8000 vezes por segundo,
ou seja, a cada 125 micro segundo. Como a chave se fecha por um tempo
extremamente curto, teremos na sua saída um sinal em forma de pulsos estreitos,
com amplitude igual ao valor instantâneo do sinal, chamados pulsos PAM (pulsos
modulados em amplitude)
A figura seguinte mostra um sinal senoidal sendo amostrado com taxas próximas ao
limite.
Em cima, amostragem com freqüência maior que duas vezes a do sinal : ha amostras
suficientes para que o sinal possa ser reproduzido sem erro de aliasing. (lembramos
que fam = 1 / Ta)
No meio, a taxa de amostragem é igual a duas vezes a freqüência do sinal : não é
possível a sua reprodução pois o sinal PAM vale zero. ( obs.: se houvesse
defasamento dos pontos de amostragem, haveria sinal PAM, porem com amplitude
errada, a não ser que por coincidência os pontos caíssem nos picos da senoide,
donde a necessidade do "maior que
o dobro" no Teorema de Nyquist.
Em baixo, a freqüência de amostragem é menor que o dobro da freqüência do sinal
: a quantidade de amostras é insuficiente e o sinal reproduzido estará errado,
em vermelho na figura. Este erro é causado pelo fenômeno de aliasing.

Vejamos agora qual é o espectro do sinal PAM.
O sinal de amostragem (que atua na chave) é constituído de impulsos com a
freqüência de amostragem fam, também chamado função pente (ou fução
amostra). O espectro deste sinal contem raias de mesmo nível e freqüência
múltiplas inteiras de fam, ou seja, 0 Hz (componente continua), fam,
2fam, 3fam, 4fam ... (até o infinito se a duração do impulso for nula...).
O sinal PAM terá portanto estas mesmas raias, porem com as bandas laterais
criadas pela
modulação
em amplitude, como mostra a figura seguinte, onde fa=fam e é maior que 2
fsinal para não ter aliasing :

Na figura acima podemos fazer um dedução importante : para
reconstituir o sinal PAM no sinal analógico original, basta passar o sinal
PAM por um filtro passa baixo. Mostraremos ainda que para que o sinal seja
perfeitamente reproduzido, a freqüência de corte deste filtro passa baixo deve
ser exatamente igual a fn = freqüência de Nyquist, que é igual a metade
da freqüência de amostragem ( para não haver interferência intersimbólica IIS ).
Para efeitos didáticos, a envoltória do espectro do sinal a ser amostrado é
representada simbolicamente pela hipotenusa de um triângulo, em verde, e no
caso, o sinal é uma senoide. Qualquer que fosse o sinal, por mais complexa a sua
forma de onda e espectro, desde que limitado em fn, a reconstituição
seria perfeita, usando o citado filtro.
Aliasing :
Vejamos agora o que acontece quando não há filtro anti-aliasing e o espectro do
sinal tem freqüência máxima maior que fn :

Podemos agora observar como ocorre o efeito de aliasing, que nada mais
é do que a superposição dos espectros de cada raia mfam, por falta
de espaço. Na restituição do sinal pelo filtro passa baixo com freqüência de
corte fn, a parte do espectro original acima de fn (no caso a
ponta do triângulo) aparece como se tivesse sido dobrada em torno de fn e
invertida espectralmente, ou seja, freqüências mais altas passam a ser
menores. O sinal indesejável de aliasing que aparece na reprodução é uma
réplica do sinal original fo, porém com freqüência errada e igual a
fa-fo.
Osbserve como a forma de onda do sinal restituído é deformada em relação ao
original.
Nota : Um termo correto em português para aliasing seria freqüências réplicas,
mas como é pouco difundido, prefiro usar o termo inglês aliasing.
Matematicamente, as freqüência réplicas ocorrem para qualquer sinal com
freqüência fs maior que fn, e seu valor na reprodução é igual ao
valor absoluto da diferença entre a freqüência do sinal fs e m
vezes a freqüência de amostragem fam, onde m é um inteiro tal que
0 < |(fs-m.fam)| < fam / 2.
Veja também um ótimo
exemplo
(sem filtro anti-aliasing) onde a freqüência máxima do sinal é tão alta em
relação a taxa de amostragem, a ponto de ocorrerem duas dobras do espectro,
sendo a primeira em fn, raias com número vermelho, e a segunda dobra em
2fn, o que a faz cair em zero Hz, com as raias com números em
magenta.
As duas ultimas figuras acima foram feitas com o programa
RZ2, onde é
possível interagir em diversos parâmetros e ver o resultado nos espectros e na
forma de onda do sinal restituído.
QUANTIZAÇÃO E CODIFICAÇÃO
Agora que temos o sinal analógico amostrado, em forma de
amostras
ou pulsos PAM, ainda analógicos, precisamos quantificar (ou quantizar) esta
infinidade de valores possíveis em outros que passam ser representados por uma
quantidade finita de bits, para obter um sinal digital.
Esta conversão é feito por um circuito chamado conversor analógico-digital
A/D ou ADC.
Cada amostra ou pulso PAM é transformada em uma quantidade predefinida de
n bits.
Por exemplo, com n = 8 bits é possível representar 256 valores diferentes
(0 a 255).
Para facilitar, vamos supor que os pulsos PAM são limitados entre 0 e 255 Volts.
Um pulso qualquer pode ter como valor real 147,39 V, mas terá de ser quantizado
como tendo 147 V ou 148 V, pois não é possível representar 147,39 com 8 bits. O
valor quantizado (para mais ou para menos) depende dos valores dos níveis de
decisão no projeto do ADC.
Teremos então um erro, no caso de -0,39 V ou +0,61 V respectivamente, chamado
erro de quantização. Esta falta ou excesso no valor do sinal provoca o
surgimento de um sinal aleatório, chamado ruído de quantização. Se prova
matematicamente que a máxima relação sinal/ruído de quantização possível é da
ordem de: S/N max = 6n , onde n é o numero de bits.
Por ex. 8 bits : S/N de quantização max = 48 dB
16 bits : S/N de quantização max = 96 dB
Esta relação só é atingida para um sinal de valor máximo Vmax. Se o sinal V for
menor, por ex. 1/10 do máximo, a relação S/N será 100 vezes pior ou 20 dB menor,
e assim por diante.
S/N de quantização = 1,76 + 6,02 n - 20 log ( Vmax / V )
A figura seguinte mostra o aspecto do erro ou ruído de quantização para um sinal
senoidal :

Para contornar este novo problema, que faz com que sinais fracos tenham baixa
S/N, usam-se quantizações não lineares, onde os níveis de quantização não são
iguais como na figura acima, mas são muito pequenos para sinais pequenos e
maiores para sinais maiores, provocando o efeito de compressão. Por ex., em
telefonia digital é usada quantização logarítmica, conhecidas com lei A no
padrão ITU ou a lei Mu no padrão americano, o que piora um pouco a máxima S/N
atingível, mas em compensação melhora muito a S/N para sinais fracos.
Existem outras formas para se conseguir uma S/N de quantização boa para sinais
fracos.
Como quantizar valores de tensão negativos ? Também existem varias formas.
O exemplo seguinte mostra o caso para arquivos digitais de sons no formato *.WAV
com 8 bits :

O eixo vertical da figura é graduado no valor das amostras quantizadas com 8
bits : 0 a 255.
O eixo de tensão, 0 Volts, é deslocado (off-set) para 128. Podemos assim
representar valores negativos de -1 até -128 com 127 até 0 respectivamente,
sem necessidade de sinal.
A forma de onda quantizada acima, no formato decimal é :
118,135,130,138,151,165,179,179,182,195,179,144,109,78,51,37,39,62,97,123.
O que representa os seguintes valores quantizados de tensão (em V), supondo
deltaVmax=255 V.
-10,+7,+2,+10,+23,+37,+51,+51,+54,+67,+51,+16,-19,-50,-77,-91,-89,-66,-31,-5
.

Codificação :
Os valores quantizados precisam ser codificados em seqüências de bits, pois
um sinal digital binário só pode ter dois valores diferentes "0" ou "1". Em
binário puro, a codificação seria como mostra a figura acima, que é um exemplo
de um sinal digital PCM (Pulse Code Modulation), onde cada pulso PAM de
amplitude variável é transformado em uma seqüência de bits com amplitude fixa e
valores 0 ou 1, com um código tal que representa o valor do pulso PAM
original, arredondado pelo erro de quantização.
PCM significa modulação de pulsos por código, pois agora os
pulsos são os bits 0 ou 1, com amplitude fixa (ao contrario de PAM),
posição fixa determinada pelo relógio (ao contrário de PPM), duração ou
largura fixa (ao contrário de PWM). O que é modulado agora é a
combinação dos bits 0 e 1, usando um código pre-estabelecido, que pode
ser por exemplo binário puro com ou sem off-set, sinal-magnitude,
sinal-complemento de 2, etc...O código depende de uma serie de fatores como por
exemplo como o sinal digital vai ser transmitido, ou armazenado.
PPM (Pulse Position Modulation) e PWM (Pulse Width Modulation) são formas
analógicas de transformar a amplitude do pulso PAM em sinais de amplitude
sempre fixa. Em PPM o valor do nível modula analogicamente a posição
relativa do pulso (de duração fixa) em relação ao relógio (referencia de
tempo). Em PWM o valor do nível modula analógicamente a duração de um pulso
cuja posição é fixa em relação ao relógio em PWM.
Em PCM para telefonia, se usa uma notação com sinal-magnitude com 8
bits. O eixo de tensão não é deslocado como no exemplo anterior. São quantizados
127 valores positivos e 127 valores negativos, ou magnitude do sinal, com 7
bits. O oitavo bit (o mais significativo) indica o sinal , 1 = positivo e 0 =
negativo. Por ex. 11111111=FFh representa +127 e 01111111=7Fh= -127. Em
telefonia, ainda ocorrem outras codificações, como inversão de todos os bits da
magnitude (lei Mu), ou inversão dos bits pares da magnitude (lei A). A tabela
seguinte ilustra estas duas formas de codificação PCM para telefonia a 64 k bits
por segundo (estas codificações permitem evitar longas seqüências de bits zero
na ausência de sinal, para facilitar a extração do sinal de sincronismo ou
relógio, na recepção) :
| Valor decimal |
Sinal-magnitude |
Lei Mu |
lei A |
| +127 |
11111111 |
10000000 |
10101010 |
| +96 |
11100000 |
10011111 |
10110101 |
| +64 |
11000000 |
10111111 |
10010101 |
| +32 |
10100000 |
11011111 |
11110101 |
| +0 |
10000000 |
11111111 |
11010101 |
| -0 |
00000000 |
01111111 |
01010101 |
| -32 |
00100000 |
01011111 |
01110101 |
| -64 |
01000000 |
00111111 |
00010101 |
| -96 |
01100000 |
00011111 |
00110101 |
| -126 |
01111110 |
00000001 |
00101011 |
| -127 |
01111111 |
00000000 |
00101010 |
A figura seguinte mostra o conteudo hexadecimal e ascii de um pequeno arquivo
*.wav :

Observe o cabeçalho padrão de 44 bytes, que contem uma serie de informações,
como formato, quantidade de amostras, etc... Após o cabeçalho, estão as amostras
quantizadas, byte a byte (porque o formato é PCM de 8 bits) : por ex., a
primeira vale 80h=128. Como se trata de um arquivo no formato PCM de 8 bits, 128
eqüivale a um nível de tensão do sinal igual a zero (off-set de 128).
Um arquivo de som digital PCM no formato *.WAV de 16 bits usa
codificação em sinal-complemento de 2.
Valores positivos são codificados de 0000h=0 até 7FFFh=+32767 e valores
negativos são codificados de FFFFh=-1 até 8001h=-32767. O zero é codificado
0000H=0.
A figura seguinte representa esta codificação (eixo vertical):

A figura seguinte representa a parte inicial de um arquivo *.WAV de 16 bits :

Observe que agora cada amostra ocupa dois bytes, e é usada a notação
sinal-complemento de 2, onde o bit mais significativo representa o sinal : 0 =
positivo e 1 = negativo. A magnitude de um número negativo é obtida invertendo-se
os bits todos e somando-se 1.
RECONSTITUIÇÃO do sinal digital em analógico.
A reconstituição correta do sinal analógico, a partir do sinal digital, é
feita em duas etapas :
1 - Decodificação e conversão digital para analógico D/A dos
bits em amostras PAM.
2 - Filtragem do sinal PAM por um filtro passa baixo com freqüência de
corte igual a freqüência de Nyquist (ou seja, metade da freqüência de amostragem).
A decodificação e conversão D/A é feita por um conversor digital-analógico
DAC, que transforma cada grupo de n bits de em um pulso PAM com nível
analógico igual ao valor quantizado.
A reconstituição explicada no domínio do
tempo :
Como preencher os espaços vazios entre as amostras PAM ? Ou seja,
como completar corretamente a infinidade de pontos que estão faltando entra as
amostras ? Esta é a função do filtro passa baixo. A figura seguinte é um
exmplo de sinal PAM a ser reconstituido em sinal analógico :

Resposta impulsional de um filtro passa baixo ideal.
Quando um filtro passa baixo ideal (com roll-off
= zero) é excitado na sua entrada por um impulso, o sinal na sua saída
tem a forma senx / x, como mostra a figura seguinte :

Características importantes na resposta impulsional de um filtro passa baixo
ideal, com freqüência de corte fo :
- o impulso de entrada é um pulso de curta duração t tal que t << 1 /
2fo.
- a amplitude do sinal de saída é proporcional a energia do pulso de entrada,
portanto proporcional a amplitude do pulso, desde de que sua duração t
seja fixa e dentro do critério acima.
- o sinal de saída tem forma sen x / x , portanto passa por zero
em tempos múltiplos inteiros de T = 1 / 2 fo, exceto no ponto de máxima
amplitude. O tempo T independe da duração t do pulso de
entrada, desde que t << 1 / 2fo.
Se em vez de um único pulso, excitamos o filtro com uma seqüência de pulsos
PAM, com cadencia exatamente igual a T = 1 / 2 fo, então estes
pulsos não interferirão entre si, pois cada um cairá num ponto zero da
resposta impulsional dos seus antecessores e/ou dos seus sucessores.
Se o intervalo entre os pulsos PAM não for exatamente T , teremos interferência
no nível de qualquer pulso pelas respostas individuais dos pulsos anteriores ou
posteriores, chamada interferência intersimbólica I I S.
Reconstituição do sinal analógico :
A freqüência fundamental dos pulsos PAM, que é a freqüência de amostragem
deve ser igual ao dobro da banda passante fo do filtro passa baixo.
Portanto, o nível de saída do filtro, nos citados pontos de zero, será
exatamente proporcional ao nível de cada um dos respectivos pulsos de entrada,
não introduzindo nenhum erro nos níveis dos pulsos PAM.
Nos intervalos entre os pontos zero da resposta sen x /
x, o sinal de saída do filtro será o somatório de todos os níveis positivos e
negativos das respostas impulsionais presentes neste intervalos,
reconstituindo exatamente a forma de onda analógica original que esta
faltando entre as amostras. (a menos do erro de quantização que foi introduzido
na geração do sinal digital, e que evidentemente não tem mais jeito de ser
compensado, pois o seu valor é desconhecido).
Este é um dos famosos critérios que Nyquist estipulou em 1928,
para transmissão de sinais digitais, e que se aplica também a reconstituição. No
caso de reconstituição de sinal, já que a freqüência de amostragem foi definida
na geração e não podemos mais altera-la, podemos concluir que a freqüência de
corte do filtro passa baixo ideal deve ser exatamente igual a metade da
freqüência de amostragem, para que os pulsos PAM possam ser transformados
em uma onda analógica continua e sem interferência intersimbólica.
A figura seguinte mostra como um sinal PAM, de amostras descontinuas, é
transformado no sinal analógico original, em branco. Em cores estão cada pulso
PAM e a respectiva resposta impulsional do filtro, para cada pulso tomado
individualmente, sem os outros. A curva branca é a resultante do somatório, a
cada instante, das curvas coloridas.

Na saída do filtro, temos a onda analógica continua original (com ruído de
quantização) :

O que vimos acima depende de um filtro passa baixo ideal. Como esse filtro
não existe na prática, qual é o filtro real que permite o mesmo resultado ?
Outra vez, Nyquist já tinha pensado nisso em 1928 !...quando deduziu outro dos
famosos critérios, o da simetria vestigial, que diz o seguinte :
A adição de uma função de transferencia real e de inclinação simétrica em
torno da freqüência de corte à função de transferencia do filtro passa baixo
ideal, mantém os pontos de cruzamento do eixo zero da resposta impulsional.
Estes pontos definem a condição necessária para transmissão livre de I I S.
Em outras palavras, se o filtro real tiver um roll-off por exemplo em forma
de coseno levantado, a sua resposta impulsional terá os zeros no mesmo lugar da
curva sen x / x, mas o aspecto da curva será diferente. A figura
seguinte mostra um exemplo de filtro passa baixo com roll-off em forma de
cosenoide levantada, que é a região onde o filtro passa gradativamente de
passante (on) para o corte (off). Esta região é simétrica em relação ao ponto
fo.
Por definição, o roll-off R é igual a R = x / B e pode
variar de zero (filtro ideal) até 1 ou 100% quando x = B. Neste caso, o filtro
só corta mesmo em f = 2fo = 2B. Similarmente, o roll-off também se aplica a
fitros passa faixa.

A figura seguinte mostra as respostas do filtro passa baixo para roll-off de
0 , 0,5 e 1 :

Detalhe : para roll-off = 1, existem zeros adicionais no meio dos zeros
originais, que permanecem.
A reconstituição explicada no domínio da
freqüência :
É sabido que o espectro dos pulsos PAM contem uma enorme quantidade de raias,
desde a raia com freqüência zero (a componente contínua), e múltiplos inteiros
da freqüência de amostragem : fam, 2fam, 3fam, ... Estas raias todas são
moduladas em AM pelo sinal analógico quantizado, e consequentemente tem bandas
laterais superiores e inferiores iguais a banda do sinal analógico quantizado.
Portanto, a raia zero contem a banda lateral de zero até fam/2 = fn, que é
exatamente a banda do sinal quantizado.

Basta então fazer passar o sinal PAM por um filtro passa baixo com freqüência
de corte igual a freqüência de Nyquist = fam/2 para restituir o sinal analógico
continuo.
Só não é possível mostrar porque o filtro real deve ter roll-off simétrico, como
foi mostrado no domínio do tempo.
Obs.: o programa
RZ2 permite
fazer diversas demonstrações do que foi visto acima, com possibilidade de
alterar varios parâmetros de forma interativa.
Se
ilustra un procedimiento para la obtención de una onda modulada por pulsos en
amplitud. El diagrama en bloques de la figura (a) muestra un generador de pulsos
que dispara un multivibrador monoestable a la frecuencia de muestreo. Los pulsos
de salida de l multivibrador aumentan y disminuyen de amplitud según la señal
moduladora. La figura (b) representa el circuito de un multivibrador monoestable
cuya resistencia de carga R5 recibe la señal moduladora.
Cuando Q3 conduce, la tensión de salida es igual al nivel de
saturación del colector de dicho transistor Q3. Cuando no
conduce, durante el tiempo de pulso, la tensión de salida (o sea la amplitud del
pulso) es igual al nivel de la señal moduladora. La tensión real que se aplica a
R5 debe tener una componente continua, además de la componente
alterna de la señal moduladora. Esto es necesario para asegurar el
funcionamiento correcto de Q3.
Sistema de
modulación de pulsos en amplitud (PAM) y utilización de un multivibrador
monoestable para la modulación
(a)
Sistema
PAM
(b)
Multivibrador monoestable utilizado para la modulación PAM
La demodulación
de los pulsos modulados en amplitud se realiza sencillamente, haciéndolos pasar
a través de un filtro paso bajo. Este proceso se ilustra en la figura
La onda de
pulsos modulados en amplitud está formada por la frecuencia moduladora
fundamental y cierto número de componentes de alta frecuencia que dan forma a
los pulsos. La resistencia R1 y el capacitor C1
en la figura 14 – 4 forman un divisor de tensión. Para las frecuencias bajas, la
impedancia de C1 es mucho mayor que R1. Por
consiguiente, las señales de baja frecuencia (o sea, la fundamental) pasan con
muy poca atenuación. Para las frecuencias elevadas, la impedancia de C1
resulta muy pequeña, experimentando las señales una notable atenuación. Por lo
tanto, la salida del filtro es la frecuencia de la señal, tal vez con una débil
componente de la frecuencia de los pulsos. Si es necesario, pueden emplearse más
etapas para el filtrado, eliminando completamente la frecuencia de los pulsos.
Modulación y Demodulación de Pulsos en Duración (PDM)
En la
modulación de pulsos en duración, las muestras de la señal deben convertirse en
pulsos cuya duración sea directamente proporcional a la amplitud de aquellas.
La tensión de
salida del comparador varia rápidamente de un nivel a otro, cuando la tensión de
entrada llaga a un valor predeterminado. En este aspecto, el comparador de
tensión es análogo al circuito disparador schmitt. Se diferencia de este en que
el comparador de tensión tiene dos terminales de entrada. La variación de la
salida tiene lugar en el instante en que las tensiones aplicadas a las entradas
son iguales. Compara las dos tensiones de entrada, de aquí el nombre de
comparador.
Los
transistores Q1 y Q2 están acoplados por emisor, y Q1 esta normalmente
polarizado para conducir a través del divisor de tensión R1-R2. La señal
modulada esta acoplada capacitivamente a través de C1 a la base de Q!. Por lo
tanto, la tensión en la base de este transistor es un nivel continuo en la señal
alterna superpuesta. El generador de rampa de oscilación libre produce una onda
de salida en rampa, a la frecuencia de muestreo en conveniente. Esta se acopla
directamente a la base de Q2. Cuando la onda en rampa esta a nivel cero, la base
de Q2 esta polarizada a un nivel inferior a la base de Q1. Por lo tanto Q2 no
conduce y Q1 conduce y la entrada al terminal inversor del amplificador es de
nivel inferior, mientras que en el terminal no inversor la entrada tiene nivel
superior. En esta condición la salida del amplificador esta en su tensión
positiva extrema. La tensión de la rampa aumenta linealmente y llega un momento
en que es igual a la tensión de base de Q1. Ahora Q2 empieza a conducir, y al
hacerlo, Q1 comienza a no conducir. Esto hace que aumente la tensión del
terminal de entrada inversor del amplificador y descienda en el terminal no
inversor. Por consiguiente, la salida del amplificador pasa rápidamente de su
nivel positivo extremo al negativo, que es el nivel de masa en el circuito que
estudiamos. cuando la onda en rampa vuelve a cero. Las condiciones del circuito
se invierten, Q1 conduce y Q2 no conduce, y la salida del amplificador vuelve a
su nivel positivo extremo.
Vemos que la
salida del comparador es una serie de pulsos positivos. Cada pulso comienza en
el instante en que la onda en rampa vuelve a cero Volt, y termina cuando su
nivel coincide con la tensión de la señal. Cuando esta tiene su nivel mas
elevado, la rampa necesita el máximo de tiempo para igualarse con la tensión de
base de Q1. Por lo tanto los pulsos de salida tienen entonces la mayor duración.
En el instante en que la señal se encuentra en su nivel mas bajo, la rampa
necesita el menor tiempo para alcanzar la tensión de la base de Q2. Por
consiguiente, el ancho de los pulsos de salida es mínimo en ese instante.
La demodulación
de ondas moduladas por pulsos en duración puede realizarse transformando primero
cada uno de los pulsos modulados en duración de pulsos modulados en duración en
pulsos modulados en amplitud. Luego, el filtrado permitirá recuperar la señal
modulada original.
La onda
modulada por pulsos en duración se aplica a un integrador que genera una salida
en forma de rampa. Esta salida siempre aumenta linealmente a la misma velocidad
(para pulsos de amplitud constante). La rampa comienza al principio de cada
pulso de entrada y termina al finalizar el mismo. En consecuencia, el valor
máximo de la rampa es proporcional al ancho del pulso. Como que el ancho de los
pulsos es proporcional al valor instantáneo de la tensión de las muestras
tomadas de la señal original, los picos de las rampas representan la amplitud de
dichas muestras de la señal original. La onda de salida del integrador se aplica
ahora a un filtro de paso bajo, que elimina las componentes de altas frecuencias
y deja pasar la onda de la señal de baja frecuencia.
El circuito
integrador de Miller es adecuado para su utilización en el sistema de
demodulación de ondas moduladas por pulsos en duración acabado de describir. El
circuito necesita pulsos de entrada negativos. Por lo tanto, la onda positiva
modulada por pulsos tendría que pasar primero a través de un circuito inversor.
Modulación y Demodulación de Pulsos en
Posición (PPM)
La
forma mas sencilla de un procedimiento para la modulación de pulsos en posición
es un sistema de modulación en duración al que se ha añadido un multivibrador
monoestable (véase la figura 14-7). El multivibrador se dispone de modo que se
dispare mediante el flanco posterior de los pulsos modulados en duración. Así,
la salida del multivibrador está formada por una serie de pulsos de ancho y
amplitud constantes cuya posición varía de acuerdo a la amplitud de la señal
original.
Para la demodulación de pulsos
modulados en posición, debe construirse primero una onda de pulsos modulados en
duración disparando un flip-flop RS, como indica la figura 14-8. El flip-flop se
dispara a la condición de establecimiento por los flancos anteriores de una onda
cuadrada que debe estar sincronizada con la fuente de la señal original. La
sincronización es necesaria para que los flancos
anteriores de la onda cuadrada
coincidan con los de la onda modulada en duración que se empleo para generar los
pulsos modulados en posición (figura 14-7). El flip-flop de la figura 14-8 se
restablece mediante el flanco anterior de los pulsos
modulados en posición. La
salida del flip-flop es ahora una onda modulada por pulsos en duración que puede
demodularse por el procedimiento ilustrado en la figura 14-6.
Uno de los requisitos más
difíciles de la demodulación de pulsos modulados en posición es la
sincronización de la onda cuadrada para el disparo del flip-flop. Hay varias
posibilidades para ello. Los pulsos modulados en posición pueden generarse en
Circuitos de Pulsos de Estado Sólido
Demodulación de señales
moduladas por pulsos en polos dos flancos, anterior y posterior, de la onda
modulada en duración, de la
figura 147. Para la demodulación, puede
aplicarse el flanco anterior de los pulsos al terminal de establecimiento del
flip-flop RS. En este caso, no se necesita generador de ondas cuadradas. No
obstante, debe emplearse algún metodo, para identificar el flanco anterior de
los pulsos. Un sistema más eficaz es incluir pulsos de sincronización
periódicos. Por ejemplo, cada pulso numero cincuenta podría ser un pulso de
sincronización que corrija cualquier corrimiento de frecuencia del generador de
ondas cuadradas. Asimismo es indispensable algún medio para identificar los
pulsos de sincronización. Esto podría hacerse dando polaridad negativa a los
pulsos de sincronización y positiva a los demás. O también los pulsos
de sincronización podrían ser de mayor duración o ancho que
los pulsos modulados en posición. Tal vez el mejor método para identificar
pulsos de sincronización es colocarlos después de un espacio mas largo que lo
normal. Los métodos para producir un espacio así durante el proceso de
modulación y para identificarlo durante la demodulación son análogos a los
empleados en la multiplexion por division de tiempo, tema tratado en la sección
que sigue.
Modulación
y Demodulación de Pulsos Codificados (PCM)
Las señales de pulsos codificados son en esencia pulsos multiplexados por
división de tiempo; en consecuencia, las técnicas de modulación y demodulación
de pulsos codificados son similares a los métodos empleados en la multiplexión.
En la figura 14-14 se representa el diagrama en bloques de un sistema de
modulación de pulsos codificados, ilustrándose en la figura 14-15 la forma de
las ondas de dicho sistema.
El sistema de
modulación de pulsos codificados de la figura 14-14 emplea un registrador de
desplazamiento. Este no es más que varios flip-flops en cascada. El
registrador de desplazamiento bascula mediante pulsos de entrada, contándolos en
forma binaria. Se toma una salida de un colector de cada flip-flop. El
registrador de desplazamiento de cinco etapas puede contar hasta el binario
11111, que equivale al decimal 31.
La tensión de
señal de entrada que se debe transformar en modulación de pulsos codificados, se
aplica a una de las entradas de un comparador de tensión, aplicándose a la otra
entrada del comparador la salida de un generador de rampa. Es como en el método
de modulación de pulsos en duración, en el cual la muestra, o medida de la
amplitud de la señal, se convierte en un periodo de tiempo. En la figura 14-15,
se ha representado la salida del comparador con una duración de tiempo t.
Para convertir este periodo de tiempo en un número binario de cinco bits, el
generador reloj hace bascular al registrador de desplazamiento durante este
periodo de tiempo. Una vez que el registrador de desplazamiento se ha
establecido según el equivalente binario de la muestra de la señal, se dispara
al contador en anillo para leer el estado del registrador y producir la salida
de pulsos codificados.
Supongamos
que la frecuencia f1 del generador reloj es de 32 KHz.
Dividiendo esta frecuencia por el factor 32, se obtiene la frecuencia f2=f1/32=1
KHz (véase la figura 14-15). El período de f2 es de 1 ms, que
se utiliza para disparador al contador en anillo. Como indican las ondas de la
figura 14-15, el contador en anillo proporciona un pulso de 1 ms a la puerta
Y 6. Este pulso va también al generador de rampa y al terminal de
restablecimiento del registrador de desplazamiento. Por lo tanto, al
comenzar el periodo t1 (figura 14-15) el registrador de
desplazamiento está establecido en condición cero, y la salida del generador de
rampa pasa desde su máximo nivel de tensión de salida a cero. Cuando la salida
del generador de rampa llega a cero, da lugar a que la tensión de salida del
comparador pase de cero a su máximo nivel de tensión. Por lo tanto, la entrada
(proveniente del comparador) de la puerta Y 7 es positiva, y los pulsos
del generador reloj pasan hacia el registrador de desplazamiento.
Al comenzar el período t1, la tensión en rampa también
comienza a aumentar linealmente desde el nivel cero. Cuando la amplitud de la
rampa llega a ser igual a la amplitud instantánea de la tensión VS
de la señal, la salida del comparador pasa nuevamente a cero. Esto significa que
ya no pueden pasar más pulsos del generador reloj a través de la puerta Y
7. En este instante, el estado del registrador de desplazamiento representa el
equivalente binario de la amplitud de la tensión de la señal. Como que ya no
llegan más pulsos para hacerlo bascular, el estado del registrador de
desplazamiento permanece constante.
El pulso de salida de 1 ms del contador en anillo que se aplica al generador de
rampa durante el tiempo t1, se aplica también a la puerta Y
6. Como que la otra entrada de la puerta tiene la tensión +V la salida de
esta puerta 6 es un pulso positivo de 1 ms. Durante el período t2,
el contador en anillo proporciona un pulso de 0,5 ms a la puerta Y 5. La
otra entrada de esta puerta se toma del FF5 del registrador de desplazamiento.
Si la salida del FF5 es de nivel superior, la puerta 5 produce un pulso de
salida de 0,5 ms. Si la salida del flip-flop es de nivel inferior, no existe
pulso en este punto de la onda de salida modulada por pulsos codificados.
Durante los períodos t3, t4, t5
y t6, el contador en anillo activa las puertas 4, 3, 2 y 1
respectivamente, para tomar muestras de los niveles de tensión del registrador
de desplazamiento en cada flip-flop. Por lo tanto, la onda de salida modulada
por pulsos codificados se produce mediante pulsos que representan el equivalente
binario de la muestra de la señal medida durante t1. Al final
de t6, se produce un intervalo (t7) porque
el contador en anillo mantiene inactivas las puertas 1 a 6, comenzando entonces
otra vez el prolongado pulso de sincronización t1,
repitiéndose el proceso de muestreo y codificación.
Para su decodificación y demodulación, las señales de pulsos codificados se
procesan primero a través de un sistema de decodificación multiplex por división
de tiempo para separar los bits en canales diferentes. El proceso, ilustrado en
la figura 14-16(a), muestra un sistema decodificador multiplex con cinco canales
de salida para una modulación de pulsos codificados de cinco bits. Existen
varias técnicas para volver a transformar la señal modulada por pulsos
codificados en muestras analógicas de tensión. El método indicado en la figura
se denomina conversión digital a analógica mediante resistores ponderados.
Conectado tal como se ve, el amplificador operacional recibe el nombre de
amplificador sumador.
En la figura 14-16(b) puede
verse que cada pulso de la modulación codificada de cinco bits tiene sus
equivalentes binario y decimal. El equivalente decimal del bit 5, es el 16; el
del bit 4, es el 8, etc. Los resistores R1 a R5
se han elegido de modo que su valor sea inversamente proporcional al equivalente
decimal del bit que se les aplica. Por lo tanto, si R1=16 KW
para el bit 1 cuyo equivalente decimal es 1, R5=1 KW
para el bit 5, cuyo equivalente decimal es 16. Análogamente, R2=8
KW
para el bit 2 (el equivalente decimal es 2) y R4=2 KW
para el bit 4 (el equivalente decimal es 8). Obsérvese también que R6=1,6
KW.
Veamos el
efecto sobre el amplificador sumador cuando se hace presente el bit 5, estando
ausente todos los demás. Supongamos que la amplitud de todos los bits sea V=1V.
Recordemos que, estando conectado a mas el terminal no inversor, el terminal
inversor tienen siempre un potencial muy próximo al de masa. Por lo tanto,
aplicando una tensión de entrada a uno de los extremos de R5
y masa virtual al otro, la corriente de entrada del amplificador es
También está
demostrado que la corriente real que circula por el terminal del amplificador es
casi cero. Por consiguiente, toda la corriente de entrada circula efectivamente
a través de R6. Como que uno de los extremos de R6
está al potencial de masa virtual del terminal de entrada y el otro está al
terminal de salida, la tensión de salida es la caída de tensión a través de R6.
Por lo tanto, su valor es
Por lo tanto el bit 5 se
convierte en 1,6 V y como que el equivalente decimal del bit 5 es 16, se ve la
correspondencia entre el bit y la tensión de salida.
Cuando
únicamente esté presente el bit 1, la tensión de salida es
Es la dieciseisava parte de la
salida que produce el bit 5. Por lo tanto las dos salidas están en relación
correcta, puesto que el bit 5 tiene como equivalente decimal 16, mientras que el
equivalente decimal del bit 1 es 1.
La salida
combinada que se produce cuando están presentes los bits 5 y 1, es
El equivalente decimal de 10001
(o sea, el bit 5 y el bit 1) es 17, luego el amplificador sumador ha
sumado los bits, convirtiendo las tensiones de entrada de forma digital a la
analógica. Puede considerarse cualquier combinación de bits de entrada,
calculando la salida del amplificador sumador. Se hallará siempre que es
directamente proporcional al número binario representado por los bits. Después
de la conversión en muestras de amplitud, puede emplearse un filtro pasabajos
para recuperar la señal original. Obsérvese que las muestras de tensión de
salida del amplificador sumador son negativas. Pueden transformarse en niveles
de tensión positiva mediante otro amplificador inversor.
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